francisco portugal e gomes, arquitecto

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Repensar hoje criticamente a arquitectura, na era das alterações climáticas globais, é defender a arquitectura como uma prática colectiva estruturada que enfrenta os processos que dizimam o habitat humano e os ecossistemas naturais e que propõe novas soluções para os problemas que a humanidade actualmente enfrenta.
No século XXI a arquitectura deve ser livre. Dizer não à construção pode ser o primeiro acto em arquitectura. O arquitecto como principal agente da arquitectura tem o direito de manifestar sem reservas a sua oposição à construção do insignificante e tem o direito de contrariar a banalidade das formas arbitrárias e desenraizadas.
O exercício da arquitectura acarreta a responsabilidade de contribuir para a resolução de problemas, incluindo os ambientais, sociais e económicos. O arquitecto deve assumir um papel consciente na transformação do presente sem comprometer o futuro do futuro, deve ainda participar empenhadamente no processo de gestação da arquitectura e deve ser o primeiro a questionar a pertinência da construção. A cada instante, o arquitecto colocar a questão: - Para que serve a Arquitectura?

 

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